Quem é que é esse aí? É o Josev…, humm, torce os lábios porque sente o ovo do nojo crescer na boca. É na velocidade da luz. Limpa o canto sujo de memória. Vira a página e um cão apareceu. Morreu, já deve ter morrido e o olhar atravessa o papel fotográfico. Josem… Escorrem gotas escuras de esquecer misturadas ao cheiro de porra. O passado passou tão rápido e ruspioso e seu grelo falante lhe acusava em riste. A cabeça da pica dele era do tamanho de um punho fechado, ia me arrebentar todas as pregas. O tesão veio logo, assim que o nojo saiu e piscou uma, duas vezes. Pena não ter começado a dar o cu naquela época. Como era o nome dele? Ah, era o Fab…, que cunete delicioso.
